• Código: T3
  • Material: soro
  • Sinônimo: T3 - TRIIODOTIRONINA
  • Volume: 1,0 mL
  • Método: Quimioluminescência
  • Volume Lab.: 1,0 mL
  • Rotina: Diária
  • Resultado: 24 horas
  • Temperatura: Refrigerado
  • Coleta: Jejum mínimo de 3 horas; O cliente deve informar os medicamentos tomados nos últimos 30 dias, especialmente hormônios tiroidianos e amiodarona. Caso esteja utilizando hormônio tiroidiano (Euthyrox®, Puran T4®, Levoid® ou Synthroid®), o cliente precisa fazer a coleta antes da próxima dose ou, no mínimo, quatro horas após a ingestão do medicamento; - Coletar amostra em tubo gel; - Aguardar 30 min para retração do coagulo; - Realizar a centrifugação em 3.200 RPM por 12 min; - Pode-se encaminhar no tubo primário ou aliquotar a amostra em tubo de transporte encaminhando a amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC.
  • Código SUS:
  • Código CBHPM: 4.03.16.55-6

Interpretação

  • Aproximadamente 20% do T3 é produzido na tireóide; o restante é proveniente dos tecidos periféricos por desiodação do T4. Na maioria (99,7%), o T3 circula ligado a proteínas séricas, principalmente a TBG. Indicações: Investigação de tireotoxicose por T3, detecção precoce da recorrência hipertireoidismo após interrupção de antitireoidiano;. Interpretação clínica: Geralmente está elevado no hipertireoidismo, apesar de não ser, geralmente, essencial para o diagnóstico, exceto nas formas de hipertireoidismo por secreção de T4. Na resistência aos hormônios tireoidianos, tanto o T3 total quanto o T3 livre estarão elevados diante de um quadro clínico de hipotireoidismo ou de eutireoidismo. No hipotireoidismo, o T3 demora a cair, e pode estar normal na presença de T4 diminuído e de TSH aumentado. Devido a sua menor afinidade pela TBG, quando dosamos T3, as alterações de ligação descritas para o T4 não se mostram tão evidentes, especialmente as que se referem àTBG. A síndrome do eutireoidiano doente apresenta níveis baixos de T3 com TSH normal ou baixo. O T3 também pode estar reduzido em pessoas muito idosas, no pós-operatório, no jejum prolongado e em pacientes em uso de corticosteróides, amiodarona ou altas doses de propranolol, devido àconversão diminuída de T4 em T3. Quase a totalidade do T3 encontra-se ligada às proteínas de transporte (TBG, TBPA e Albumina). Assim como ocorre com o T4, condições que alterem essas proteínas (Ex: gravidez, uso de estrogênios) podem alterar o TT3 na mesma direção (em uma proporção um pouco menor do que com o T4), motivo pelo qual se prefere a dosagem da fração livre no sangue (T3 livre). O TT3 encontra-se elevado no hipertireoidismo, podendo, em determinados casos detectar-se a sua elevação com T4 ainda normal, assim como no hipertireoidismo por T3 onde apenas este encontra-se elevado. Por outro lado, no hipotireoidismo, como ocorre aumento da conversão periférica de T4 para T3, este último pode ainda estar normal quando o T4 já está diminuído e o TSH elevado. Pode-se encontrar T3 diminuído em algumas situações como: doenças graves, pós-operatório, jejum prolongado, uso de medicações, em pacientes acamados por longo período e em pacientes com deficiência de proteínas ligadoras. Pode estar aumentado quando há aumento de proteinas ligadoras e secundariamente àpresença de anticorpos anti-T3. Sugestão de leitura complementar: Andersen S, et al. Narrow individual variations in serum T(4) and T(3) in normal subjects: a clue to the understanding of subclinical thyroid disease. J Clin Endocrinol Metab, 87: 1068-72, 2002. Grabenstein J. T3, the other thyroid hormone. Clin Cornerstone 2005; 7 Suppl 2: S16-9.

Referência

  • Cordão umbilical : 15,0 a 100,0 ng/dL
  • 0 a 6 dias : 100,0 a 270,0 ng/dL
  • 1 semana a 1 ano : 105,0 a 245,0 ng/dL
  • 2 a 5 anos : 105,0 a 269,0 ng/dL
  • 6 a 10 anos : 94,0 a 241,0 ng/dL
  • > 11 anos : 94,0 a 240,0 ng/dL
  • Adulto : 60,0 a 215,0 ng/dL
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