Método: ICP-MS (Plasma Indutivamente Acoplado ao Espectrômetro de Massa)
Volume Lab.: 2,0 mL
Rotina: Diária
Resultado: 7 dia(s)
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Coletar as amostras de sangue em uma das opções de Tubos Trace (Análise de Traços) com Conservantes Trace EDTA BD (Ref. 368381) ou Trace Heparina GBO (Ref. 456080);
Encaminhar sob o acondicionamento adequado (Temperatura Refrigerada de 2 a 8ºC), sem contato direto com o gelo.
Jejum de 4 horas.
Elemento extremamente fácil de contaminação exógena; Evitar coletar amostra com luvas com talco; A amostra não deve ser manipulada, o tubo deverá ser só para este exame (tubo único); Informar o uso de medicamentos e poli vitamínicos.
Código SUS:
Código CBHPM: 4.03.02.23-7
Interpretação
Uso: avaliação de distúrbios hidro-eletrolíticos.
O magnésio é um importante íon ativador, participando da função de várias enzimas envolvidas nas reações de transferência de fosfato, exercendo efeitos fisiológicos no sistema nervoso (atua diretamente na junção mioneural).
Cerca de 50% do magnésio corpóreo total encontra-se no estado insolúvel no osso. Apenas 5% estão presentes como cátions extracelulares; os restantes 45% estão contidos nas células, como cátions intracelulares. A concentração plasmática normal é de 1,5 a 2,5 mEq/L, com cerca de um terço ligado àproteína e dois terços existindo como cátion livre. A excreção do íon magnésio ocorre via renal.
A presença de concentrações alteradas de magnésio no plasma provoca alterações associadas com o cálcio. A hipermagnesemia suprime a secreção do PTH, com conseqüente hipocalcemia. A depleção severa e prolongada de magnésio prejudica a secreção de PTH resultando em hipocalcemia. A hipomagnesemia também pode alterar a resposta ao PTH no órgão alvo.
Valores aumentados: terapia diurética, hiperaldosteronismo, hiperparatireoidismo, hipertireoidismo, síndrome de Bartter, hipercalcemia, transplante de rim.
Valores diminuídos: diarréia crônica, desvio do intestino delgado, abuso de laxantes, desnutrição, alcoolismo.
Interferentes: aminoglicosídeos +, anfotericina B +.
Referência
3,24 a 5,14 mg/dL
Metodologia desenvolvida e validada pelo laborató-
rio de acordo com a RDC 302 de 13/10/2005,Art.5.5.