• Código: ESTRI
  • Material: soro
  • Sinônimo: ESTRIOL - E3
  • Volume: 2,0 mL
  • Método: Quimioluminescência
  • Volume Lab.: 2,0 mL
  • Rotina: Diária
  • Resultado: 24h
  • Temperatura: Refrigerado
  • Coleta: - Jejum necessário de 8 horas; - Informar se a paciente está grávida e tempo de gestação; - Coletar amostra em tubo gel; - Aguardar 30 min para retração do coagulo; - Realizar a centrifugação em 3.200 RPM por 12 min; - Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC.
  • Código SUS:
  • Código CBHPM: 4.03.16.25-4

Interpretação

  • O estriol é um estrogênio fraco produzido principalmente pelas células trofoblásticas da placenta pela metabolização de intermediários esteróides formados pelas adrenais. É depois conjugado pelo fígado materno formando sulafato e glicoronídeos e circulando no sangue nas duas formas, conjugada e não conjugada. Indicações: Na gravidez como triagem de síndrome de Down e trissomia do cromossomo 18, entre outras síndromes genéticas com defeitos de fechamento do tubo neural. Interpretação clínica: O aumento de estriol no sangue ocorre já no primeiro trimestre de gestação, mas cai a partir da 40 semana de gestação. É útil da 15 a 22 semana. Está diminuído nos casos de qualquer defeito do tubo neural incluindo anencefalia. Indica a idade gestacional e pode sugerir gemelaridade. Mães diabéticas que apresentem queda de 40% do estriol em relação às 3 ultimas medidas tem pior prognóstico. No retardo de crescimento intrauterino também se observa estriol anormalmente baixo. Doença hipertensiva da gravidez pode levar a níveis diminuídos. Pode estar elevado em casos de hiperplasia adrenal congênita. Medicamentos como diuréticos, corticosteróides, penicilinas, probenecida, cáscara sagrada, sene, fenolftaléina assim como condições de anemia, hepatopatia e altitudes elevadas podem diminuir o estriol. Interferentes: penicilinas -, corticosteróides -, dexametasona -, betametasona -, diuréticos -, probenecida -, estrogênios -, fenazopiridina -, fenolftaleína -, cáscara -, sena -, glutedimida -, anemias -, doenças hepáticas -. Muitos autores defendem o abandono deste marcador devido àpresença de outros métodos mais adequados para o diagnóstico de bem estar fetal. Sugestão de leitura complementar: Geyl C, Subtil D, Vaast P, et al. Interpretation of atypical values of maternal serum markers. J Gynecol Obstet Biol Reprod 2014;43(1):5-11. Metcalfe A, Langlois S, Macfarlane J, Vallance H, Joseph KS. Prediction of obstetrical risk using maternal serum markers and clinical risk factors. Prenat Diagn 2013, in press.

Referência

  • Feminino:
  • De acordo com a semana Gestacional:
  • 27ª Semana: 2,3 a 6,4 ng/mL
  • 28ª Semana: 2,3 a 7,0 ng/mL
  • 29ª Semana: 2,3 a 7,7 ng/mL
  • 30ª Semana: 2,4 a 8,6 ng/mL
  • 31ª Semana: 2,6 a 9,9 ng/mL
  • 32ª semana: 2,8 a 11,4 ng/mL
  • 33ª Semana: 3,0 a superior a 12 ng/mL
  • 34ª Semana: 3,3 a superior a 12 ng/mL
  • 35ª Semana: 3,9 a superior a 12 ng/mL
  • 36ª Semana: 4,7 a superior a 12 ng/mL
  • 37ª Semana: 5,6 a superior a 12 ng/mL
  • 38ª Semana: 6,6 a superior a 12 ng/mL
  • 39ª Semana: 7,3 a superior a 12 ng/mL
  • 40ª Semana: 7,6 a superior a 12 ng/mL
  • Mulheres não grávidas: Inferior a 0,15 ng/mL
  • Masculino: Inferior a 0,15 ng/mL
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