• Código: ENPCR
  • Material: plasma PPT BD
  • Sinônimo: DETECÇÃO DE ENTEROVÍRUS
  • Volume: 5,0 mL
  • Método: PCR (Reação em Cadeia da Polimerase)
  • Volume Lab.: 5,0 mL
  • Rotina: Diária
  • Resultado: 15 dia(s)
  • Temperatura: Refrigerado
  • Coleta: Realizado em: Plasma PPT, líquor, fezes, secreção de orofaringe, secreção ocular, líquido sinovial e escarro. Enviar em frasco estéril. Fezes: enviar o material em frasco estéril refrigerado. Processamento do tubo PPT: O material deve ser centrifugado logo após a coleta por 10 minutos a 1.100G* e enviado refrigerado. Enviar o material em tubo primário. Os materiais que chegarem em temperatura ambiente serão considerados como LIMITADOS para a quantificação e/ou detecção viral e a interpretação do resultado será restrito. *3137 RPM (centrifuga com raio de 10cm) *2480 RPM (centrifuga com raio de 16cm) *2118 RPM (centrifuga com raio de 22cm)
  • Código SUS:
  • Código CBHPM: Array

Interpretação

  • Os enterovirus estão associados a diversas síndromes, sendo um dos principais vírus associados a meningite e meningoencefalite), miocardite, paralisia flácida ou espástica. A detecção do vírus no espécime clínico investigado sugere fortemente sua associação etiológica, associada àmanifestação clínica. A detecção do RNA viral no espécime clínico indica a presença de enterovirus. O método não permite a diferenciação dos enterovírus e não detecta o Echovirus tipo 22. O resultado do teste deve ser usado em conjunto com outros dados clínicos e laboratoriais como um indicador prognóstico da doença e para seguimento de terapia. No caso de detecção em liquor (meningite, eventualmente meningoencefalite) a discussão com o médico assistente é fundamental para a obtenção de dados epidemiológicos relevantes. Indicação: Diagnósico etiológico de meningite asseptica, encefalite, meningoencefalite crônica, sindrome de Guillen Barrè, miocardite. Interpretação clínica: PCR positiva indica que o paciente está infectado por enterovirus e que este é o agente etiológico, mas deve ser correlacionado com a clínica. O exame não permite a identificação específica e este protocolo não é capaz de identificar o Echovirus tipo 22. O resultado negativo não exclui a possibilidade de infecção por enterovírus. Sugestão de leitura complementar: Read SJ, Kurtz JB. Laboratory diagnosis of common viral infections of the central nervous system by using a single multiplex PCR screening assay. J Clin Microbiol. 1999;37(5): 1352-5

Referência

  • N
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