• Código: CISTATINA
  • Material: soro
  • Sinônimo: CISTATINA C
  • Volume: 2,0 mL
  • Método: Nefelometria
  • Volume Lab.: 2,0 mL
  • Rotina: 3ª e 5ª feira Sábado
  • Resultado: 24 horas
  • Temperatura: Refrigerado
  • Coleta: - Coletar amostra em tubo gel; - Aguardar 30 min para retração do coagulo; - Realizar a centrifugação em 3.200 RPM por 12 min; - Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC.
  • Código SUS:
  • Código CBHPM: 5.03.00.18-4

Interpretação

  • Uso: A Cistatina C é uma proteína não glicosilada, de baixo peso molecular (13 Kda) produzida de forma contínua e estável por todas as células nucleadas. É filtrada livremente pelo glomérulo renal, sendo, a seguir, reabsorvida e catabolizada pelas células do túbulo proximal. Assim, sua concentração sérica dependerá quase que exclusivamente da capacidade de filtração glomerular. Ao contrário da uréia e creatinina, sua concentração independe da massa muscular, do sexo ou da alimentação. Vários estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da Cistatina C em comparação àcreatinina sérica. Indicações: A menor variabilidade nas determinações sanguíneas da cistatina C, sua meia-vida mais curta e o seu menor volume de distribuição tornam a cistatina C um marcador de função glomerularcom maior sensibilidade para detectar diminuições leves da TFG na DRC do que a creatinina e outras moléculas de baixo peso molecular. Interpretação clínica: Não existem diferenças relevantes nos valores de referência de cistatina C entre homens e mulheres e as medidas mais elevadas observadas nos idosos se relacionam àdiminuição da função renal. A performance da cistatina C como marcador de filtração glomerular tem sido avaliada em diferentes populações de pacientes tais como portadores de diabetes mellitus tipo 2, DRC não diabética leve e moderada, receptores de transplante renal, portadores de doença hepática grave e mulheres grávidas com pré eclampsia. Hipertireoidismo não tratado se associa com leve aumento e o hipotireoidismo com leve redução dos seus níveis sanguíneos. Sugestão de leitura complementar: Gabriel IC, Nishida SK, Kirsztajn GM. Cistatina C sérica: uma alternativa prática para avaliação de função renal? J Bras Nefrol 2011;33(2):261-7. Prates AB, Amaral FB, Vacaro MZ, et al. Avaliação da filtração glomerular através da medida da cistatina C sérica: J Bras Nefrol 2007; 29(1):48-55.

Referência

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