• Código: BETA
  • Material: soro
  • Sinônimo: BETA 2 MICROGLOBULINA (mg/L)
  • Volume: 1,0 mL
  • Método: Quimioluminescência
  • Volume Lab.: 1,0 mL
  • Rotina: Diária
  • Resultado: 24h
  • Temperatura: Refrigerado
  • Coleta: Jejum não necessário. Anotar uso de medicamentos; Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC.
  • Código SUS:
  • Código CBHPM: 5.03.00.84-0

Interpretação

  • Uso: monitoramento de função renal; marcador de rejeição de transplantes (especialmente renal); avaliação e prognóstico de mielomas, leucemia linfocítica crônica e atividade de SIDA. Sua dosagem urinária pode estar elevada em dano tubular. Proteínas que passam pela membrana basal glomerular no rim sofrem filtração diferenciada. A permeabilidade é inversamente proporcional ao peso molecular. Apesar disto, somente quantidades diminutas de proteína são detectáveis na urina, porque grande parte das proteínas é reabsorvida nos túbulos. A beta-2 microglobulina apresenta um PM de 12000 daltons, pertencendo àcadeia leve dos antígenos HLA de membrana. Consiste de duas cadeias polipeptídicas: uma cadeia pesada com estruturas antigênicas e uma cadeia leve. Sua determinação sérica auxilia na avaliação clínica da atividade imune celular e como marcador tumoral de linfócitos. Sua avaliação urinária permite observar distúrbios de filtração renal. A proteína é sintetizada no sistema linfático. Valores aumentados: mieloma múltiplo, LLC, alguns linfomas não-Hodgkin malignos, outras patologias que promovam ativação clonal de linfócitos, doença de Crohn, hepatites, sarcoidose, vasculites, hipertireoidismo, infecções virais. Valores diminuídos: algumas patologias neoplásicas. Sugestão de leitura complementar: Mekitarian Filho E, Carvalho WB. Comparação entre marcadores de lesão renal em crianças gravemente doentes: necessitamos reavaliar a dosagem de creatinina? Rev Assoc Med Bras 2009; 55( 1 ): 6-7. Stevens LA, Levey AS. Measurement of kidney function. Med Clin North Am 2005;89:457-73.

Referência

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